Apuramento Mundial 2010

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  Dani em Qui 12 Fev 2009 - 12:37

Eu vi o jogo (enquanto estudava pro teste português, realmente tem tudo a ver...), e sinceramente, não fizeram uma exibição espetacular, nem nada de especial... mas tentaram e até fizeram muitos remates, a pontaria é que nao era a melhor...

Notava-se, evidentemente, a falta do meu Simãozinho... Ele faria toda a diferença!

O Queiróz necessita de ir aos jogos de outros jogadores... Falta muito a esta selecção se quer ir ao mundial, muito mesmo...

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qui 12 Fev 2009 - 12:51

Eu nem vi o jogo! Não havia Simão,, não me apeteceu ver... Rolling Eyes mas acredito em ti!

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qua 3 Jun 2009 - 8:03

O jogo Albânia - Portugal realiza-se às 19h45min de Sábado e tem transmissão na Sic.

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Sab 5 Set 2009 - 15:34

Equipa de Portugal: Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe; Tiago, Raul Meireles e Deco; Cristiano Ronaldo e Simão.

Ficha:
Portugal voltou a perder terreno rumo à qualificação para o Mundial 2010, depois de empatar a uma bola na Dinamarca, neste sábado, na sétima jornada de apuramento.

Bendtner, avançado do Arsenal, inaugurou o marcador aos 43 minutos, quando a Selecção Nacional dominava desde o primeiro minuto.
O guarda-redes Andersen foi o principal adversário de Portugal, batido apenas a quatro minutos do fim, por Liedson, que entrou no início da segunda parte.
O último reforço da equipa das quinas garantiu um ponto às contas finais, agora mais complicadas, depois da vitória da Suécia na Hungria.


Crónica:
Não foi ainda um adeus, mas quase. O empate de Portugal em Copenhaga, conjugado com a vitória da Suécia na Hungria, torna ainda mais ténue o fio que prende as esperanças de uma presença na África do Sul. O golo de Liedson, a quatro minutos do fim, voltou a ligar a máquina, num jogo que mais parecia uma montanha-russa, tantas e tão pronunciadas as subidas e descidas das duas equipas.

O jogo no Parken Stadium foi uma espécie de condensado de todos os problemas sentidos pela equipa nesta fase de qualificação: mistura inacreditável de oportunidades perdidas, instabilidade emocional, erros próprios e alheios, oscilações de identidade e falta de sorte. Tudo isto a embrulhar um conjunto de talentos que em determinados momentos mostra ser brilhante, mas ao qual falta o traço de identidade e liderança indispensável às grandes equipas.
A primeira parte confirmou a validade do losango como figurino escolhido por Queiroz: boa posse e circulação de bola, domínio acentuado e excelente mobilidade de Ronaldo e Simão na frente, a permitir a criação de um número apreciável de oportunidades, invalidadas pela segurança de Andersen e pela falta de pontaria. Massimo Busacca, com um critério largo, ajudava a criar um jogo fluido e rápido, mas o árbitro suíço erraria claramente ao não ver um corte de Christensen com o braço, a impedir que Tiago encostasse para golo.
A terminar uma primeira parte conseguida, a reedição do filme de Alvalade: a Dinamarca, dominada, a marcar no primeiro remate à baliza de Eduardo, depois de Bendtner ganhar posição a Duda e Bruno Alves a chegar tarde para a dobra.
Liedson, no banco, era o trunfo óbvio para jogar no intervalo, mas o sacrifício de Tiago e a colocação de Simão na ala esquerda, com Ronaldo a descair para a direita, tiraram ao jogo português aquilo que ele tinha tido de melhor. E a Dinamarca, moralizada, passou a ter mais bola e melhores oportunidades. Portugal perdia coesão e via a qualificação fugir-lhe pelos dedos, em especial num lance incrível em que Ronaldo e Liedson, sobre a linha, não conseguiram desviar o cruzamento de Meireles.
A entrada de Nani para a vaga de Simão voltou a acender a chama, numa altura em que os portugueses eram sistematicamente vaiados, depois de não devolverem a bola, num lançamento provocado pela lesão de Silberbauer.
Não era bonito de ver, e era com pouca lucidez e todo o coração que Portugal partia para o assalto final. Os jogadores davam tudo, mas cada vez com menos controlo. E foi em força, na sequência de um canto, que a estrelinha de Liedson evitou a derrota, já depois de Deco ter desperdiçado mais duas oportunidades claras.
Tudo somado, mais do mesmo, num adeus novamente adiado, mas que nunca esteve tão próximo.


Destaques:
Liedson - Escolha óbvia, não só pelo golo, mas por tudo o que a sua entrada representou para a dinâmica da equipa: com Simão e Ronaldo pelas alas, o «levezinho» esteve demasiado tempo isolado no eixo de ataque, sem o parceiro por perto que permite tirar partido das suas características. A estrelinha funcionou perto do fim, evitando que o machado caísse de forma irremediável. Mas também ficou nos seus pés, alguns minutos antes, uma oportunidade que o Liedson em estado de graça da época passada não teria desperdiçado. Tudo somado, uma estreia positiva, penalizada por demasiados minutos de abandono entre os centrais.

Cristiano Ronaldo - Mais um jogo aquém das expectativas, e mais um jogo em que será injusto acusá-lo de falta de empenho. Deu tudo o que tinha, mas com sofreguidão crescente ao longo dos minutos, a retirar-lhe eficácia. Muito boa primeira parte, com dois lances determinantes: a defesa de Andersen com o pé, logo aos 12 minutos, e o penalty não assinalado a Christensen. Foi quem mais acusou o desespero nos minutos finais, com reacções que provocaram a fúria do público, e foi também dos últimos a render-se.
Simão e Nani - O primeiro esteve francamente bem na primeira parte, tirando partido da mobilidade para aparecer várias vezes em situação de remate. Numa delas, bem desmarcado por Duda, ficou deslumbrado com o tempo e espaço de que dispôs, atirando para defesa de Andersen. A sua produção, tal como a da equipa, caiu a pique com a passagem para extremo e o regresso a 4x3x3. Só a entrada de Nani voltou a acender a chama, no momento do tudo por tudo: o extremo do Manchester United está em boa forma e teria merecido mais minutos em campo.
Tiago - Uma boa primeira parte, discreta lúcida e competente, a exemplo do trabalho do meio-campo português nesse período. A sua saída penalizou a equipa, com a opção por três avançados a retirar ao meio-campo luso aquilo que tivera de melhor até ao intervalo.
Stephan Andersen - O guarda-redes da Dinamarca foi um dos principais responsáveis pelo empate, com um punhado de intervenções determinantes. Deco, Ronaldo, Simão e Liedson esbarraram sucessivamente no seu corpo. Por vezes, com falta de pontaria, mas quase sempre com mérito redobrado para o guarda-redes do Brondby, que fez esquecer Sorensen, o habitual titular.
Rommedahl e Bendtner - O primeiro foi a principal arma ofensiva da Dinamarca, criando muitos problemas a Duda. O segundo fez o que se pede a um finalizador: astúcia na forma como ganhou posição a Duda, talento no domínio e recepção para marcar o golo que virou o filme ao contrário da primeira vez que a Dinamarca visou a baliza de Eduardo.
Christian Poulsen - A referência de equilíbrio do meio-campo dinamarquês, na base dos melhores momentos da equipa, entre os 45 e os 75 minutos, enquanto Portugal não conseguiu argumentos para o assalto final.


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/1

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Seg 7 Set 2009 - 4:34

Classificação Grupo 1:

1º Dinamarca, 17 p/7 j;
2º Hungria, 13/7;
3º Suécia, 12/7;
4º Portugal, 10/7;
5º Albânia, 6/8;
6º Malta, 1/8

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Seg 7 Set 2009 - 4:44

Banho de multidão em tons de amarelo no «day after» - Jovens do Dragor ajudaram a digerir as mágoas dos portugueses

A Selecção atenuou as mágoas de sábado à noite com um banho de multidão no domingo à tarde. Nem o facto de a qualificação para o Mundial estar em risco parece ter afectado a popularidade da equipa portuguesa por estes lados. O Dragor BK, clube amador dos arredores de Copenhaga, vestiu traje de gala para receber a equipa nacional: entre jovens candidatos (e candidatas) a futebolistas, soccer mums e mirones de todas as idades, foram quase mil os espectadores do treino do dia seguinte.

Nem a desilusão pela ausência de Cristiano Ronaldo e outras estrelas tirou entusiasmo aos jovens das camisolas amarelas: de entre os jogadores disponíveis, Nani foi imediatamente escolhido como o herdeiro dos afectos, com o seu nome a ser gritado em coro de cada vez que o jogador do Manchester United intervinha na sessão.
Para a Selecção foi o reeditar de um passado recente. Em 2006, no início da campanha de qualificação para o Euro, então com Scolari aos comandos, os jogadores portugueses já tinham experimentado uma recepção equivalente neste complexo, como o atestam as várias fotos penduradas num local de honra do edifício do clube amador, cuja equipa sénior actua no sexto escalão amador, mas de cujas escolas de formação já saíram glórias do futebol da Dinamarca como Ivan Nielsen e Henrik Andersen.
Como prémio para o carinho dos jovens adeptos, no final da sessão os jogadores posaram para uma sessão de fotos, no meio de centenas de miúdos e miúdas. E nem aí deixaram de ouvir-se os gritos por Ronaldo.

crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/seleccao-treino-dragor/1087153-1194.html


Treino para meia equipa, titulares na piscina - Finalização dominou sessão em Dragor

No primeiro treino após o empate com a Dinamarca, apenas meia equipa fez trabalho de relvado, no complexo do Dragor. Os onze titulares ficaram em Copenhaga, a fazer trabalho de recuperação num complexo de piscinas perto da capital, enquanto os restantes jogadores fizeram a viagem de 10 quilómetros para cumprir um treino com cerca de hora e meia, com o sol a fazer uma das raras e bem-vindas aparições, neste sui generis fim de Verão dinamarquês.

Beto, Rui Patrício, Miguel, Rolando, Zé Castro, Miguel Veloso, João Moutinho, Maniche, Nuno Gomes, Liedson e Nani cumpriram uma sessão aberta ao público. Na maior parte do tempo, a atenção foi virada para exercícios de finalização, com os dois guarda-redes submetidos a trabalho intenso.
Esta segunda-feira a Selecção volta a treinar, desta vez já com o grupo completo, na localidade de Farum, a cerca de 30 quilómetros de Copenhaga. Desta vez sem público: a sessão terá apenas 15 minutos abertos para os jornalistas.

crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/seleccao-treino-dragor-portugal/1087157-1194.html


As contas à partida para a Hungria

Os resultados deste sábado transformaram o primeiro lugar no Grupo 1 numa possibilidade aritmética real, mas de todo irrealista para a Selecção portuguesa. Como tal, o plano de ataque para o segundo lugar no grupo tornou-se mais complicado: já não é suficiente conseguir três vitórias, é preciso também esperar que a Suécia perca um dos jogos que lhe faltam. Com esta conjugação de resultados, Portugal terminaria em segundo, garantindo o acesso ao play-off de apuramento.

Sempre assumindo três vitórias portuguesas, o segundo lugar também seria possível se a Suécia empatasse um dos seus jogos e ganhasse os outros. Mas aí as duas equipas acabariam com os mesmos pontos, sendo o saldo de golos a fazer a diferença. Nesta altura, a vantagem é da Suécia (8-3 contra 9-5) e os suecos podem ampliá-la na quarta-feira, quando jogarem em Malta. Mas é precisamente contra Malta que Portugal encerra a qualificação, a 14 de Outubro.
Empate em Budapeste não seria o fim - mas quase
As contas tornam-se mais complexas se Portugal não vencer a Hungria na quarta-feira. Um empate deixaria a equipa portuguesa com 11 pontos e a possibilidade de fazer no máximo 17. A Hungria somaria 14 e a Suécia, em caso de vitória sobre Malta, 15.
Daí até final Portugal estaria obrigado a vencer os dois jogos em falta (Hungria e Malta, em casa), esperando que os húngaros não ganhassem em Copenhaga na última jornada. E para complicar ainda mais, a Suécia não poderia ganhar nem um dos seus jogos finais, com a Dinamarca, fora, e a Albânia, em casa.
Mesmo uma derrota na quarta-feira ainda alimentava uma remotíssima esperança de passagem ao play-off: ganhando os jogos seguintes Portugal somaria 16 pontos, tantos como os que a Hungria passaria a ter. Se os húngaros não pontuassem mais e se por milagre a Suécia não vencesse Malta e Albânia... Demasiados «ses» para levar a sério: sinceramente, alguém terá vontade de prosseguir as contas caso Portugal perca na Hungria?

crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/portugal-seleccao-nacional-seleccao-maisfutebol-futebol-contas/1087201-1194.html

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  Dani em Qua 9 Set 2009 - 14:17

Minha nossa... Por este andar estamos fora do mundial
Eu só vi a 2ª parte e é assim oportunidades para marcar não faltaram, e como diz o velho ditado " quem nao marca arrisca-se a sofrer ", e foi o que aconteceu... Tivemos mesmo falta de sorte e falta de pontaria... O Liedson, por muito que me custe dizer isto, foi o mais eficaz: ENTROU E MARCOU! E é graças a ele que não perdemos com a Dinamarca.
Agora estou a ver o jogo com a Hungria e, aos 65minutos Portugal está a ganhar 1-0 mas também a Hungria não está a jogar nada msmo...
Eu sou sincera não acredito mesmo nada que Portugal vá ao Mundial na Africa do Sul, mas a esperança é a última a morrer certo? Então enquanto for matematicamente possivel vamos rezar pra que isso aconteça

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qua 14 Out 2009 - 9:36

FICHA:
Portugal-Hungria, 3-0 - Simão e Liedson fazem os golos

A selecção nacional venceu este sábado a Hungria, em jogo de apuramento para o Mundial 2010, que colocou Portugal no segundo lugar do Grupo 1. A vitória por 2-0 significa que a selecção portuguesa depende apenas de si própria para atingir o Play-off de acesso ao Campeonato do Mundo.

Os golos portugueses foram apontados por Simão, que bisou no jogo. O camisola 11 marcou aos 18 e aos 79 minutos. Pelo meio, Liedson apontou o segundo, aos 74 minutos.
Portugal perdeu, no entanto, Cristiano Ronaldo, que se ressentiu da lesão e foi substituído por Nani aos 27 minutos.

crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/seleccao-portugal-hungria-mundial-2010-maisfutebol-ficha/1094861-1194.html


CRÓNICA:
Voltámos a passar o Bojador e África do Sul volta a estar nos nossos horizontes. Bateu tudo certo. A Dinamarca cumpriu a sua parte em Copenhaga, Portugal não desiludiu em Lisboa e chegou ao segundo lugar do grupo. A Selecção Nacional já não depende de terceiros e, agora, só precisa de vencer Malta para abrir as portas do play-off e continuar a sonhar com uma presença no Campeonato do Mundo. Cristiano Ronaldo, limitado, durou menos de meia-hora, o suficiente para ajudar a abrir caminho para a ambicionada vitória.
O jogo começou em ambiente de festa com mais de cinquenta mil espectadores a festejaram a vitória da Dinamarca sobre a Suécia (1-0). Não podia haver melhor tónico para o início do jogo. A isto juntou-se um público a transbordar entusiasmo para dentro do relvado. A selecção sentiu o ambiente e atirou-se para a frente de dentes cerrados à procura do golo que lhe permitia saltar para o segundo posto da classificação e deixar a Suécia e Hungria, finalmente, nas suas costas. Pedro Mendes encaixou na perfeição no lugar de Pepe, enquanto Raul Meireles e Deco jogavam mais adiantados no apoio ao tridente da frente.
Sem jogar muito bem, Portugal assumiu desde logo a iniciativa de jogo, esquecendo o jogo bonito, para apostar tudo num jogo que pretendia eficaz. Cristiano Ronaldo não se entendia com Duda na esquerda, Deco estava perdido no meio-campo, Liedson demorava a aparecer, mas tudo isto parecia pouco significativo, tal era o empenho dos comandados de Queiroz. O cerco foi-se fechando sobre a área da Hungria, jogava-se com intensidade, cada vez mais perto da baliza de Babos diante de uma Hungria cada vez mais encolhida. Numa abertura de Raul Meireles, da direita, Ronaldo ganhou na área, escapou à marcação e atirou cruzado. Babos defendeu para a frente e Simão não perdoou.
A festa ganhava intensidade e muitos nem repararam que Ronaldo já estava queixoso. Poucos minutos depois, acabava o efeito Ronaldo que pedia para sair. Nani até entrou bem, mas a selecção acusou a saída do seu capitão. Perdeu profundidade no ataque e deu espaço para que a Hungria, que chegou a estar totalmente à sua mercê, subisse as suas linhas e voltasse a respirar. O intervalo chegou com dois enormes calafrios a percorrer as bancadas da Luz. Primeiro foi Dzsudzak a atirar cruzado, com a bola a roçar o poste com Eduardo já batido. Já em tempo de descontos, foi Juhasz a desviar de cabeça à trave.
Dois sinais claros que nada estava ainda decidido. Era preciso recuperar a atitude inicial. Já não havia Ronaldo, mas agora havia Nani. O extremo do Manchester United voltou a puxar a equipa para a frente e a atear as bancadas da Luz. Primeiro com uma assistência para Meireles, depois com um remate do meio da rua. Simão também crescia, voltavam-se a abrir as alas e toda a equipa voltava a encher o campo diante de uma Hungria, novamente, em dificuldades. Numa jogada de insistência, Bruno Alves levantou a bola, Liedson levantou os pés do chão e atirou-se contra a bola. Babos ainda tentou defender, mas estava feito o 2-0, o golo que dava mais segurança.
Pouco depois, um cruzamento de Duda para um remate de primeira de Simão acabava definitivamente com todas as dúvidas. Portugal repetia o mesmo resultado de há dez anos na caminhada para o Euro-2000. África do Sul volta a ser visível no horizonte, agora já sem depender de terceiros. O Cabo do Bojador está ultrapassado, agora só é preciso vencer Malta e, depois, quem nos calhar no play-off para fazer as malas para o sul de África.


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/portugal-hungria-estadio-da-luz-mundial-2010-simao-liedson/1094864-1194.html

DESTAQUES (tinha mais, mas o Simão é que interessa):
Simão Sabrosa começou tremido mas fechou em grande
Nos primeiros minutos a bola «queimou», a Simão e não só, mas depois o camisola 11 não vacilou na hora de dar vantagem a Portugal. Estavam cumpridos 18 minutos quando aproveitou uma defesa incompleta do guarda-redes húngaro, após cruzamento-remate de Ronaldo, e inaugurou o marcador. Aos 77 minutos bisou, com um belo remate de primeira, após assistência de Duda. Logo depois cedeu o lugar a Miguel Veloso, fechando assim, em grande, a sua 75º internacionalização.


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/portugal-hungria-seleccao-pedro-mendes-simao-sabrosa-maisfutebol/1094863-1194.html



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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qua 14 Out 2009 - 9:41

As cautelas de Simão: «Ainda não podemos festejar»



Simão Sabrosa, jogador da Selecção Nacional, foi o herói na vitória sobre a Hungria por 3-0. O jogador do Atl. Madrid marcou dois golos no Estádio da Luz.


"Sabíamos que ia ser complicado. No início eles tiveram onze jogadores atrás da linha da bola. Jogámos pelas linhas laterais, marcámos cedo e fiz um bom golo a abrir, depois do guarda-redes ter largado a bola. Ainda não podemos festejar mas agora dependemos de nós.»"

"A Luz é talismã para mim e também para a selecção. Marquei dois golos num jogo decisivo e estou super-feliz. Espero que na quarta-feira em Guimarães possamos ter tanto apoio como hoje. Quando o público está connosco entramos em campo ainda mais motivados."


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/simao-portugal-maisfutebol-futebol-iol-seleccao/1094867-1194.html


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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  Pereira_Girl em Qua 14 Out 2009 - 11:32

O Simão foi um HERÓI!

Ele jogou super bem e como se não bastasse marcou dois golos. O 2º foi um super golaço!

Ainda fez um passe ao Liedson, que não soube aproveitar, tsss. Se fosse o Nuninho tinha entrado, mas o Liedson é que é bom!

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qui 15 Out 2009 - 11:08

Portugal-Malta, 4-0



CRÓNICA:
Portugal chega às portas do céu sem trocadilhos nem tropeções

Fica a promessa: não haverá qualquer trocadilho com esta Malta. Ridicularizar o último adversário de Portugal na fase de qualificação para o Mundial de 2010 seria desvalorizar a abnegação lusa num trajecto marcado por inúmeros sobressaltos. No Berço da Nação, a selecção de Queiroz precisou de apenas 14 minutos para iniciar a goleada e garantir o play-off (4-0).

Carlos Queiroz venceu esta guerra, depois de perder várias batalhas. Segue-se uma jornada decisiva, com um adversário por definir. A África do Sul nunca esteve tão perto. Há um par de meses, poucos imaginariam este desfecho. O grupo garante que sim, que acreditou sempre no apuramento, mas sejamos sérios. Portugal esteve bem perto da eliminação.

A selecção tropeçou, vergou-se, raspou no chão mas ganhou forças e chega agora às portas de céu. Estão mesmo abertas para a nossa selecção, conforme suspeitara Queiroz. Vencer Malta foi fácil, claro está, como teria sido fácil bater a Albânia com um homem a mais. Não belisquem o mérito luso, numa noite de reconciliação total em Guimarães.

Há vida para lá de Ronaldo *Óbvio! Isso nem se questiona!*

Em conferência de imprensa, o seleccionador português falara de um «sprint» final, de um amanhã que não faria sentido sem uma vitória segura perante o engodo maltês. Ninguém levantou o pé, fez ronha, exagerou no individualismo ou relaxou perante as facilidades. Assim, sim.

Nani foi o substituto de Cristiano Ronaldo, provando haver vida para lá do Melhor do Mundo. O extremo do Man. United bailou, correu, tentou uma e outra vez. Em treze minutos, desperdiçara três oportunidades de golo. À quarta tentativa, bola na rede! Lá está o salto mortal, tão delicioso para a vista!

Carlos Queiroz preparara mais duas alterações no onze português. Pepe regressou e foi para o eixo da defesa, relegando Bruno Alves para o banco de suplentes. No lado esquerdo, Miguel Veloso substituiu Duda, devido a problemas pessoais do jogador do Málaga. Em 4x3x3, Portugal asfixiou o adversário e não soltou a presa até garantir uma vantagem confortável.

Natural como a sede

Nani abriu o caminho e faltava apenas decidir quem ampliaria a vantagem, nesta espécie de jogo-treino com carácter vinculativo. Seria Simão Sabrosa, bem perto do intervalo, em mais um remate à entrada da área. Com onze malteses atrás da linha da bola, à procura desta sem saber o que fazer com ela, a meia distância foi o antídoto perfeito.

Portugal chegava a um resultado natural, natural como a sede de vitórias perante um público que nunca abandonou os seus. Numa noite perfeita, com figurantes à altura, Guimarães aplaudiu o regresso de Pedro Mendes, um grande jogador estranhamente negligenciado ao longo dos tempos, um golo de Miguel Veloso com o pé direito e outro da incógnita Edinho, ao cair do pano. Nuno Assis também entrara, para o aplauso.

A selecção nacional chega ao «play-off» de acesso ao Mundial. Chega com mérito, com sorte após sucessão de azares. Chega sem Ronaldo, sem Tiago, com novas soluções e uma atitude consolidada. Séria. Quando foi preciso, Queiroz cumpriu. Honra lhe seja feita. Venha a prova de fogo.


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/seleccao-portugal-malta-mundial-2010-mundial-futebol/1095785-1194.html

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qui 15 Out 2009 - 11:11

A análise a Portugal: um a um


Eduardo, descansado
90 minutos de visão privilegiada para o relvado. Trabalho? Pouco, quase nenhum. Uma saída da área a pontapé aos 20 minutos, a anular um contra-ataque maltês. Provavelmente a noite mais descansada da sua carreira.



Bosingwa, aqueles cruzamentos
Empreendedor, dinâmico, desiquilibrador. Uma das principais ameaças à débil selecção de Malta. Pena ter estado tão desastrado a cruzar.


Pepe, regresso ao lugar de partida
O regresso ao eixo da defesa, após vários jogos na posição mais recuada do meio-campo. Discreto, tranquilo, imperial nas poucas vezes em que teve de intervir.


Ricardo Carvalho, sem suor
Tal como Pepe, e sem surpresa, pouco teve de fazer. Terá acabado o jogo com a camisola por suar.


Miguel Veloso, solução com futuro
Confiante, ambicioso, coerente nas decisões tomadas. Fisicamente bem, subiu, subiu, subiu e foi premiado com um golo, pleno de oportunidade. Talvez esta seja uma boa altura para o jogador do Sporting repensar seriamente a repulsa que sente pela posição de lateral esquerdo. Veloso neste lugar é uma boa solução para a Selecção Nacional. O lugar pode ser também uma boa solução para as ambições do atleta.


Pedro Mendes, um senhor jogador
Um dos mais aplaudidos no relvado de Guimarães. Filho da terra, adorado pelas gentes da Cidade-Berço, manteve a bitola do jogo de sábado. Simples, competente, fisicamente incansável, forte no passe e na leitura de jogo. Queiroz reconquistou um elemento de grande qualidade. Pode ser médio-defensivo ou médio-interior. Está um senhor jogador.


Raul Meireles, a precisar de pernas
Menos influente do que os colegas do sector. Podia ter marcado aos 28 minutos, após toque de calcanhar de Simão, mas deu um toque a mais e perdeu tempo de remate. Desgastado, sem a alegria do costume, limitou-se a cumprir. Está a precisar de melhorar os índices físicos, claramente.


Deco, um deleite
É um deleite para os sentidos. Com espaço para receber e entregar a bola, sem pressão, chega a atingir a perfeição. Sublime no passe curto e longo, magistral no drible e na leitura de jogo. É um dos melhores executantes do mundo. Esperemos que possa continuar sem problemas físicos. Com Deco em boas condições, esta selecção atinge uma outra dimensão.


Nani, deslumbrante inspiração
Início deslumbrante. Quatro remates perigosos nos primeiros 13 minutos. O golo, na quarta dessas tentativas, surgiu naturalmente. Remate à meia-volta, sem hipóteses para o desamparado Hogg. Sempre em rotações máximas, até ser substituído por João Moutinho. O jogo era de reduzido nível de dificuldade, certo, mas ninguém terá lamentado a ausência de Cristiano Ronaldo. Nani teve pedaços de inspiração suprema.


Liedson, só faltou um golo
Concorde-se ou não com a sua presença nesta equipa, em termos desportivos é uma adição importantíssima ao poder ofensivo português. Não pára, não dá um instante de descanso aos adversários. Esta noite só faltou um golo. E teve, pelo menos, duas boas oportunidades. Aos 12 minutos rodopiou e rematou para grande defesa de Hogg; aos 36, antecipou-se ao marcador directo e cabeceou rente ao poste.


Simão, pé a escaldar
Três golos em dois jogos. Está de pé quente! Depois dos dois tentos anotados perante a Hungria, voltou a marcar num remate forte e colocadíssimo, à entrada da área. Portugal precisa deste Simão. Solto, interventivo, decisivo.


Nuno Assis, opção de qualidade
30 minutos repletos num regresso justo à Selecção Nacional. Pontapé fortíssimo, aos 76 minutos, a passar bem perto da baliza de Malta. Um nome de qualidade a somar às opções do meio-campo.


Edinho, mais um golo
Um golo à sua imagem: repleto de crença, abnegação e alguma atrapalhação.


João Moutinho, não está esquecido
Tarda em impor-se neste grupo. Queiroz concedeu-lhe 15 minutos, mostrando que

Moutinho não está esquecido. Cumpriu sem problemas.


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/portugal-seleccao-malta-nani/1095789-1194.html

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Re: Apuramento Mundial 2010

Mensagem  crazy_angel17 em Qui 15 Out 2009 - 11:13

Simão: «Era importante fazermos uma boa exibição»

Simão, médio de Portugal, comenta a vitória frente a Malta, em Guimarães, na última jornada da fase de grupos, de apuramento para o Mundial 2010, ao «flash interview» da TVI:


«Era importante fazermos uma boa exibição, correu lindamente, os adeptos saem contentes e estiveram sempre do nosso lado. Há sempre ansiedade antes, mas depois de entrarmos em campo isso passa.»

Sobre os possíveis adversários no «play-off»
«Se a Ucrânia é o mais difícil? Não podemos esquecer a Bósnia. Apesar de muitos não conhecerem, tem jogadores fantásticos. E hoje todos sabem jogar futebol. Tivemos dificuldades frente a equipas teoricamente mais fáceis, mas ganhámos a primeira de três finais e vamos esperar para ver quem nos vai sair.»


crédito: http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/simao-portugal-malta-reportagem-seleccao-mundial/1095790-1194.html

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Re: Apuramento Mundial 2010

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